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Papo com Aldemir Alves

Posted by Aldemir Alves da Silva



Papeando com Aldemir Alves


Olá, leitores!

Esse post será para dialogar sobre as Crônicas de Fedors e deixar alguns comentários sobre o pequeno sucesso que o livro vem fazendo.

Como todos já devem saber, o livro As crônicas de Fedors, conta a fábula do personagem “Fedors” isso fundido a uma mitologia de minha autoria: a mitologia Esteriana. Alguns leitores leram o livro, e, eu tive o prazer de acompanhar algumas resenhas e comentários sobre a história, e isso para um autor: é ótimo! 

A mitologia Esteriana, foi comparada a nórdica, por alguns leitores, pra falar verdade eu sou super fã da mitologia nórdica e até estou usando ela no meu novo livro de fantasia: O portal de Oriun. Porém não foi a minha intenção criar algo no estilo nórdico. O estilo Esteriano lembra mais uma religião pagã, uma batalha entre o bem e o mal, envolvendo um único criador e suas criaturas. Mas toda opinião é valida e cada leitor absorve a história de um jeito.

O nome Esteros foi comparado à Westeros de R.R. Martin. Hehehe, eu não acho legal essas comparações e acho que isso tira o mérito do autor (a), é claro que eu queria ter 50% da criatividade de Martin, mas quem sabe um dia eu chego lá! E o contexto da história é bem diferente, o meu tema é mais Juvenil e não uso cenas de sexo em minhas histórias. Há verdade, gente, é que “Esteros” é o nome de uma reserva na argentina, o lugar é lindo e cheio de vida, e tem muito haver com o meu planeta.

Já os personagens, foram os que mais renderam comentários, alguns leitores os amaram, outros, não conseguiram se prender a eles... Quando criei esse primeiro capitulo, eu quis criar um vilão, uma pessoa má e arrogante, que mata sem piedade, um típico Darth Vader. Na minha concepção eu quis dar vida a um personagem frio, calculista e que nunca sorri. Vilões geralmente me atraem, eles não são bonzinhos e não precisam ser amados. Na vida real, fora da ficção, os vilões são movidos por impulsos, são mentes doentias que focam metas em suas cabeças e as seguem. Bem, foi mais ou menos isso que eu quis criar, Vamcast é uma pessoa má, sempre quis ser assim e talvez mude no final da história, ou não!

O meu interesse no primeiro capítulo de: As crônicas de Fedors, foi em criar um início impactante, algo que possa chamar a atenção do leitor e deixá-lo com a necessidade de acompanhar a série, até o final, imagino que estou conseguindo o meu objetivo...

Livros esgotados direto com o autor.

Quero dizer aos leitores, que os meus livros acabaram e que vou retirar a opção de compras aqui do blog, quem quiser comprar pode clicar nos links abaixo, o livro se encontra nas livrarias: Baraúna, Saraiva, Siciliano, e no buscapé.

Agradeço a todos os amigos que estão comprando e lendo o meu livro, essa é a maior alegria de um autor nacional, “ser lido” independente de ganhar dinheiro ou não. Quem já leu o primeiro livro fique ligado que o próximo capitulo vem por ai, quem ainda não leu, se liga que o livro recebeu uma nova revisão e está muito bom!

Obrigado por lerem o meu post, um grande abraço!!!!!!

Compre Esteros e ganhe brindes, entregas em 24 horas e mais:
 












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A livraria Saraiva é uma ótima opção, comprando por lá você recebe em 24 horas e tem estoque de livros. Têm a opção de pagar no site e retirar na livraria, muito bom!







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As Crônicas de Fedors, Novas opções de vendas e outras novidades.

Posted by Aldemir Alves da Silva



Olá, bom dia!

Hoje trago muitas novidades sobre Esteros, entre elas: uma nova revisão, novos pontos de vendas, incluindo a livraria SARAIVA, SICILIANO, BUSCAPÉ, e mais. 


Preciso agradecer a todos os leitores que estão acreditando na saga e apóiando o meu trabalho, obrigado!!!! Esteros esta ganhando muitas resenhas, os leitores vêem aumentando a cada dia, portas vão se abrindo, e logo o livro estará mais acessível aos leitores. Esses novos pontos de vendas vão facilitar muito para os leitores que estão a fim de ler o livro.

Uma boa pedida é o site BUSCAPÉ, lá existe uma ótima promoção para os leitores, quem comprar, ler e avaliar, pelo site, estará concorrendo a uma TV de 40 polegadas, dentre outros prêmios, o preço no buscapé esta o mais em conta, com variadas formas de pagamento. 

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O livro tem vendido muito bem e as resenhas vêem surgindo, a maior reclamação dos leitores foi por conta da revisão, um problema que já foi sanado. Após ler algumas resenhas eu repassei para a Baraúna os problemas na revisão do livro, eles imediatamente me responderam que o livro receberia uma nova revisão!
A revisão foi finalizada no dia 14/11 e foi – me, enviado um exemplar para aprovação: A revisão ficou perfeita! 

A nova versão trará um prefácio e no final algumas palavras do autor, lá eu agradeço aos meus leitores e deixo uma mensagem para que leiam os nossos autores nacionais, e olha: A safra de nacionais está de parabéns, tenho lido muito livro de qualidade!

Os filhos de Egoz - O portal de Oriun, Aldemir Alves

Posted by Aldemir Alves da Silva



Olá, leitores!

Hoje quero apresentar a vocês, um novo trabalho de minha autoria, “os filhos de Egoz”. Esse livro segue o mesmo rumo de Esteros, uma aventura juvenil com o tema fantasia medieval.

O livro trás como protagonistas, os irmão Alex e Alexandre, filhos do rei Egoz, descendentes da coroa de Oriun. A história se passa na terra mágica, conhecida como Oriun, a diferença entre Esteros e esse novo trabalho é imensa, apesar de tratar-se de um livro de fantasia, eu inovei muito nesse novo trabalho. Os personagens são muito carismáticos e unidos, diferentes de Vamcast e Andor, os irmãos de: os livros de Esteros.

A TRAMA SE CONSTRÓI QUANDO, JOAQUIM, UM VELHO MAGO PARTE NA BUSCA DOS IRMÃOS, ELE PRETENDE LEVÁ-LOS DE VOLTA PARA CASA, O MUNDO DE ORIUN SOFRE GRANDES PERIGOS, POIS “ZARC” AMEAÇA OS HABITANTES DAQUELE MUNDO.

UMA GRANDE INOVAÇÃO NESSE LIVRO FOI OS PERSONAGENS, AQUI OS LEITORES IRÃO SE DEPARAR COM VARIADAS ESPÉCIES FANTÁSTICAS E CLASSES VISTAS NOS RPGS. EXISTEM HEALLERS, SHAMÃS, WARRIORS, HUNTERS, MAGOS, PALADINOS E ETC.
QUEM GOSTOU DE ESTEROS VAI GOSTAR MUITO DESSE NOVO TRABALHO, ESTOU USANDO TUDO O QUE APRENDI QUANDO ESCREVI A SAGA ESTERIANA, A NARRATIVA ESTA SUAVE E AGRADÁVEL, ABAIXO IREI APRESENTAR-LHES UMA PRÉVIA:


Sinopse:

Em um mundo; onde a magia existiu de verdade, onde a paz e igualdade antes jamais abalada. Um tirano ergueu-se dentre as trevas, com ele veio à sede pelo poder a qualquer preço, alianças foram abaladas inocencentes sacrificados. A ganância de Zarc se alastrou infinitamente, até mesmo as crianças eram obrigadas a integrar os seus exércitos. A terceira parte de Oriun havia sido devastada completamente.

Após 15 anos de tormenta, a esperança ressurge novamente - renasce, junto aos filhos de Egoz.

Os filhos de Egoz

O portal de Oriun

1.

No frio inverno do Alasca, nas montanhas da cidade de Akriok, cuja população não excedia 80 famílias – em um total de 200 habitantes. Um homem de aparência desgastada, visivelmente entre a idade de 60 anos, com fortes traços orientais, trajando um longo manto amarelado, movimentava-se, lentamente, enquanto seguia observando os lindos iglus esculpidos pela própria neve conservada. O homem montava um enorme urso-de-kodiak, cinzento, criatura poderosa, carnívora e amedrontadora, mas para Joaquim, era um animal de estimação. Montaria doce e mansa - um bom companheiro.

Ao longe, em meio aos respingos de neves, que caiam suavemente sobre o vilarejo desértico, Joaquim observa um homem parado, frente a sua moradia, sem muita pressa, se aproxima, logo em seguida, inicia um diálogo com o morador local:

— Saudações, meu senhor! Sou Joaquim Yang, descendente do clã sexto, da ordem dos magos de Gyong-ju. Procuro por uma família de sobrenome “Silva” Gisele Silva e Rafael Mello Silva, velhos amigos de longa data. — Ainda frente ao homem, que se mantém calado, Joaquim pausa a conversa por alguns segundos, enquanto expele um sopro quente, bafejando as suas luvas - sujas pelas rédeas que prendia o seu animal.

— Há sim, família Silva. O casal de brasileiros... Caminhe por mais oito iglus nessa direção, a nona moradia é habitado pela família Silva. — Responde o homem, com um sorriso estampado ao rosto, aparentemente, uma pessoa amistosa.

Joaquim puxa com força a rédea, o animal se contorce, ficando ereto, antes de partir, agradece:

— Qual é a sua graça, meu bom homem?

— Lazaro meu senhor, eu me chamo Lazaro!

— Muito obrigado pela informação, Lazaro, tenha um bom dia! — O grande animal cavalga pelos oitos iglus, até que estaciona frente à nona moradia. Joaquim salta do animal, faz carinho na fera, retira uma garrafa, com um líquido amarelado em seu interior. Vagarosamente leva-o aos lábios, toma um gole demorado, em segui sussurra: “Salve Barbárie” respinga três gotas ao chão “Pro santo”, em seguida deixa (o grande urso de nome Pow) prá trás, até que se vê frente à porta congelada.

— Rafael! Ôooo, Rafael...

— Quem é? Gisele veja quem esta gritando na porta!

— Olá?! Quem está ai? — Gisele se aproxima, abrindo a porta se depara com Joaquim — Oi, eu posso ajudá-lo, meu senhor?

O velho forçou um sorriso, exibindo os dentes amarelados por causa dos tantos fumos que consumia diariamente:
— Gisele? Não se lembra de mim, sou eu, Joaquim!

— Joaquim... Não o reconheci, está bem mais velho!...

Havia - se passado treze anos, desde o último encontro entre a família Silva e Yang, muita coisa mudou, principalmente a fisionomia do velho amigo, Joaquim, que agora expelia uma enorme barba branca. Tão longa que alcançava a enorme barriga, coberta pela enorme vestimenta de pele de carneiro.

Rafael caminhou em passos largos, próximo ao amigo, se jogou aos seus braços, abraçando-o como se fossem parentes distantes, separados por longas datas:
— Velho amigo, seja bem-vindo! O que o trás aqui, tão cedo?

— Posso entrar antes de contar-lhe as novidades? — Perguntou Joaquim, com um sorriso sobre o rosto, pálido, castigado pela ventania do Alasca.

— Claro! Por favor, entre... — Respondeu-lhe Rafael.

O velho adentrou o local, estremeceu o corpo em protesto conta o frio tortuoso, exibindo uma careta muito engraçada, iniciou um diálogo:
— Serei breve meus amigos, nesse momento eu sugeriria para que se sentassem e se possível, me sirvam uma bebida quente! — Joaquim sorriu — era um homem espaçoso, mas suas próximas palavras, poderia não agradar o casal. Ser hilário naquele momento seria válido...

Gisele caminhou até a lareira, onde no canto esquerdo, havia várias latas de alimentos vazias, mais acima, na tábua de madeira verde, que simulava um armário de cozinha. Estocava; café, leite em pó, açúcar, arroz e feijão. Havia também alguns animais cervos, conservados, próximos à pequena mesinha improvisada com a cômoda envelhecida (um dos poucos pertences trazidos do Brasil). Um friozinho agradável, soprava sobre a testa de Gisele — Que cantava uma bela canção — deixando que a sua voz pairasse rumo à floresta congelada.

— Pronto, o café esta delicioso, sirva-se Joaquim! — Respondeu Gisele sendo atenciosa com ele.

Os fiapos de barbas branquejados de Joaquim se movimentaram lentamente — ele sorriu — levou a sua mão até a caneca, despejou o café preto, de cheiro forte, logo se deliciou vagarosamente, “há como é delicioso o café brasileiro”...

Gisele e Rafael se mostravam tensos, enquanto aguardava o velho degustar mais um gole de café. Quando ele finalmente terminou, disse-lhes:
— Agora é serio, eu trago notícias pouco amistosas! — Bateu à xícara de café na mesa, Gisele deu um pulo da cadeira, levou a mão ao queixo e fez cara de preocupada. Joaquim fixou o olhar sobre ela, voltou dizer:
— Já, já eu conto. Deixe-me tomar mais uma xícara de café...

Velho ranzinza “pensou Gisele”, mas continuou aguardando as palavras do homem.

Joaquim juntou os lábios três vezes, exibindo um bico engraçado, soprou e se deliciou novamente. Após consumir todo o liquido, se pronunciou:
— Gisele, Rafael, não estou notando a presença dos garotos, onde estão? — Pergunta Joaquim, enquanto enche outra caneca de café.

Gisele arregalou os olhos — esse era o seu temor — Joaquim procurava por Alex e Alexandre, seus filhos. Amados meninos:
— Os meninos sairão, foram buscar madeiras na floresta, a noite costuma ser muito fria por aqui, a fogueira deve ser alimentada de uma, em uma hora... — Justificou Gisele, enquanto mordia o canto da boca, “mania de quem estava preocupada”.

Rafael entrando na conversa, faz um comentário:
— Mas, ainda não é chegada a hora de buscar os meninos, ainda não completaram os dezoito anos, Alex está com quinze, Alexandre com dezessete. Pensei que a sua visita seria para outro propósito. — Murmura Rafael, com olhos firmes.

Joaquim respondeu rapidamente:
— As coisas mudaram, caros amigos... A terra de Oriun sofre grandes perdas, Zarc ameaça invadir o mundo dos humanos, nossos soldados não suprem mais os seus exércitos, fomos obrigados a mudar os nossos planos. Precisaremos treinar os garotos, eles deverão ser entregues antes de completar a maioridade, se não o fizermos; o mundo corre grande perigo...

— Joaquim disse essas palavras com olhos firmes e rígidos, sobre o casal. O café esfriava sobre a mesa.
Gisele esbofeteou a mesa, lançando a xícara ao chão:
— Não! Não, e Não Poderá levá-los, foi designado para que nós cuidássemos deles até os dezoito, não pode levar os meus meninos. — Gisele se levanta em prantos, Rafael levanta-se, acolhe a esposa sobre os seus braços.

Joaquim se apoderou de um pano de prato sobre a mesa, limpou os respingos de café, em seguida se pronunciou:
— Infelizmente, as coisas mudarão. Eu não gosto da ideia de usar crianças, como soldados, mas não temos outra escolha. Saiba que não são somente os filhos de Egoz que deverão ser entregues a Zarc, todos os garotos de Oriun serão obrigados a lutar. — O mago pausou a conversa, em seguida voltou a dialogar Antes que os garotos fossem entregues a vocês, já foi anunciado que não seriam crianças normais, não são humanos, também não são seus filhos de sangue. Não quero que eles saibam que podem perder pela segunda vez as suas famílias, então as coisas devem acontecer normalmente. Há, e, Vocês deverão vir comigo, também!

Rafael prestou atenção nas últimas palavras do mago:
— Serio? Obrigado, Joaquim! – Responde, enquanto consolava Gisele...

— Nos iremos! Menos mal... — Sussurrou Gisele, feliz por poder acompanhar os filhos na breve viagem.

Floresta congelada de akriok
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Mais adiante, em meio à enorme floresta congelada, Alex, corre em dispara, enquanto é seguido por Alexandre; que dispara em sua direção pequenas bolinhas de neve. Uma brincadeira muito explorada pelos garotos do Alasca.

— Bem na nuca! Há! Há! Contínuo com a mira calibrada! — Grita Alexandre se gabando, por ter acertado pela quarta vez, a nuca de Alex.

— Não valeu! Você esta usando magia, outra vez. Não vale! — Choramingou Alex, não aceitava perder em tudo para o irmão.

— Já disse que não sei usar magias, sempre quando você perde, diz essas coisas... — Respondeu-lhe, Alexandre, o irmão mais velho, um tanto marrento.

—To sabendo, tem sorte que não consigo usar magias, senão ia ver só!

— Deixa de conversa, engraçadinho! Vamos pegar os troncos e ir para casa, a mamãe já deve estar preocupada...

— Tem muita sorte, muita mesmo, senhor Alexandre... — Murmurava Alex, baixinho enquanto caminhava em direção aos troncos cortados.

Alex juntava as madeiras do canto direito, Alexandre do esquerdo, havia muita madeira sobre a neve. Cada qual tinha a sua machadinha própria e muita disposição para garimpar as árvores ressecadas. Castigadas pelo vento forte.

Alex queria disputar até mesmo, quem juntaria o maior monte de madeiras, os irmãos eram brincalhões, inseparáveis. O último tronco estava há cinco metros, próximo à pequena moita de neve. Alex olhou em direção ao irmão, que já observava o mesmo pedaço de tronco. 

Quem chegaria primeiro?

— Há! Há! — Se gabou Alexandre, enquanto forçando o seu calcanhar, arranca em disparada... Mas há dois metros tropeça e cai de cara na neve. — Alex sorri enquanto rapidamente exibe o seu premio “Eu disse, desta vez eu ganhei, recolhi mais madeiras do que você”!

Alexandre acenou para o irmão caçula — na verdade ele caiu por querer — “Vamos embora, essa você ganhou”!

Alex estava muito feliz pela vitória e preparado para seguir rumo à sua casa. Até que chão estremeceu, o monte de neve ao seu lado foi lançado ao ar, um enorme URSO polar, surge com suas garras afiadas e os seus dentes ameaçadores. O pequeno caiu de costas ao chão, à criatura ficou ereto, de pé, estava pronto para devorá-lo.

— Foge irmão, foge! —Alexandre estava totalmente desesperado, mas não havia como escapar, a criatura deslizou em direção ao irmão caçula, pronto para matá-lo. — Alexandre ficou aéreo — o seu corpo estava quente, o seu coração disparado, olhos avermelhados e rígidos. Talvez fosse medo, coragem. Agora não seria uma boa hora para distinguir tamanho sentimento. — Alexandre curvou o seu corpo há frente, lançou a sua mão direita para trás, tão fortemente que riscou a neve - profundamente. Em poucos instantes projeta as duas mãos em direção ao animal, lançando sobre a criatura uma grande bola de magia dourada, — o local estremece — o animal foi lançado a três metros de distancia, faíscas avermelhadas são lançadas em várias direções. O animal expele um rugido agudo, rapidamente foge em dispara, rumo à floresta sem fim.

Alexandre correu em direção ao irmão, puxou o seu braço, em seguida disse-lhe:
— Vamos rápido, temos que partir... — Se abaixou, pegaram em seus braços quantos troncos podiam carregar. 

Ele deixou que Alex andasse na frente, caminhavam em direção a sua casa. Alex ficou em silêncio, caminhou vagarosamente, enquanto podia observar pequenas escoriações na neve, que derretia quando tocada pelos restos de magias, criadas pelo irmão. Não comentou sequer uma palavra, mas os seus pensamentos ficaram atordoados pela realidade do acontecimento. Outra vez havia sido salvo pelo irmão mais velho...

Fantasia medieval, os livros de Esteros, promoção + lançamentos.

Posted by Aldemir Alves da Silva

Olá, bom dia, leitores!
Esse post será para anunciar que Esteros, o início da esperança, já esta recebendo os últimos trabalhos editoriais, o livro já foi finalizado e esta passando por revisões. A data de publicação esta prevista para fevereiro de 2013, a Selo Jovem será a editora.
Promoção as Crônicas de Fedors
Quero aproveitar esse post, para dizer que tenho 20 livros para vendas autografado, quem quiser comprar comigo é só me enviar um e-mail. Estou com uma ótima promoção, o preço é 25,00 + 2 MARCADORES+ FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL.  O pagamento pode ser por Mercado livre, Pag Seguro, ou depósito, quem tiver interesse me manda um e-mail: alves-aldemir@ig.com.br
Após finalizar o segundo capitulo de Esteros, eu comecei a trabalhar no terceiro, sim, o terceiro: A verdade será revelada. Esse livro já esta escrito, como todos os demais, mas precisa de muita revisão e trabalhos de textos, quero trabalhar nesse capitulo bem de vagar... A meta é publica-lo no final de 2013, ou inicio de 2014.
Quem já leu o meu primeiro livro, sabe que a história esta sendo narrada por Fedors, isso vai acontecer até o quarto capitulo, depois disso, o personagem estará participando em tempo real.

Abaixo: As primeiras páginas de Esteros, A verdade será revelada:
Passaram-se três noites e três dias...
Fedors, a cada dia, aprecia mais a presença de Salazar. O diálogo entre os dois amigos segue em ritmo, impressionante. Os acontecimentos na família Destrus, foram lamentáveis, obviamente, esse foi o último comentário dito pelo viajante sem destino.
Pela quarta vez a lua ecoa ao horizonte, os pernilongos e demais mosquitos sanguessugas, voam desorientados pelo forte cheiro, expelido pelo cachimbo de Fedors.   Salazar estava nesse momento: há vinte e uma horas sem dormir, as olheiras sobre seus olhos eram visíveis ao Undead. Percebendo a exaustão do amigo, Fedors, dispensa-o para que descanse um pouco.
— Por hora, sugiro que descanse um pouco, Salazar, assim que saciar suas necessidades humanas; eu voltarei a lhe contar a minha estória...
Salazar bocejou, em seguida se deitou, esticando as pernas:
— Sim, realmente! Nas ultimas horas, me perdi em suas palavras, receio que - me esqueci das necessidades humanas. — Responde Salazar, com aspecto de cansaço.
O Undead firmou seus olhos sobre Salazar, rangeu a testa, intrigado, perguntou:
— Hum, não deixei de notar o jeito em que se refere à vida “humana” por acaso sente-se mal sendo mortal? — Pergunta Fedors, perturbado com o modo em que Salazar, refere se as suas necessidades diárias.
— Salazar Sorriu — Perdoe-me mais uma vez, por minhas palavras um tanto desatentas, talvez seja o sono que está me deixando desorientado. — Agora Salazar estava deitado de frente, com os olhos fixados no céu, apreciava as estrelas.
Fedors percebe que ele esta distraído, aparentas não dar atenção as suas palavras, pausando a conversa, leva sua mão direita ao bolso, retira mais um punhado de fumo e coloca no cachimbo, logo em seguida, diz:
— Talvez sim... Ou talvez esconda alguma coisa sobre seu passado, e queira dividir comigo? — Nesse momento Fedor volta a focar seu olhar sobre Salazar, de algum modo, desconfia que o viajante esconda algo sobre sua origem...
— Não!...
— Não? O que quer dizer com, Não?! — Pergunta Fedors.
Salazar virou o rosto em sua direção, voltou a sorrir, com os olhos pequenos de tanto sono, responde:
— Não, tenho nada a contar-lhe sobre mim, que já não saiba. Sou apenas um viajante que deseja mais uma noite em sua companhia. Dormirei por algumas horas, assim que restabelecer as minhas energias: voltarei a apreciar a sua história, desejo ouvi-la até o final, mesmo que o final seja lamentável. — Afirmou Salazar, quase que já pregando os olhos, de tanto sono.
Fedors fez expressão de surpreso, desta vez respondeu em voz alta, e muito rapidamente:
— Lamentável?! Mas ainda nem terminei de contá-la a você, como presume que seja lamentável? — Respondeu Fedors, questionando-o novamente.
Salazar adormeceu e nem sequer ouviu as ultimas frases de Fedors, que o contemplou por alguns minutos. Levantando-se caminhou em sua direção, levando suas mãos tocou-o, deixando seu corpo descansar sobre o tronco da árvore. Virando-se retirou um lençol e forrou sobre ele. Apalpou novamente o corpo adormecido de Salazar, chacoalhou a cabeça em sentido horário, parecia confuso. Mas deixou-o repousar.
Fedors continuou a fumar o seu enorme cachimbo prateado, em seus pensamentos imaginava quem poderia ser aquele homem, alguém que seguia fissurado em sua história, uma pessoa especial que doou a ele todo o seu tempo e nem sequer se amedrontou com a forma horrível e desfigurada que se encontrava. 
Já não mais importa quem seja ele, agora, Fedors o acolheu como amigo...

Esteros livro digital